quarta-feira, 11 de junho de 2014

SUA IGREJA ESTÁ MORRENDO?

    







Pecados mortais estão em ação.
Se você teme que sua igreja esteja morrendo, pare de procurar culpados e comece a assumir a responsabilidade.
Primeiro, as boas notícias. A Igreja é o Corpo de Cristo. Ela não pode morrer. Sua cabeça é o Cristo ressurreto, o Rei de tudo que há e que há de vir. Ele leva seu povo, de um a um, para a glória eterna ao morrerem, para de lá esperar [aqui as palavras falham: como você espera por algo quando o tempo já não existe?] pelo dia do Senhor, “quando o céu e a terra serão um”.
Segundo, não são nem boas nem más notícias que sua igreja local possa morrer, porque isto não é nenhuma novidade. Sua igreja é uma comunidade de mortais; se eles morrerem e não forem substituídos, a igreja estará morta naquele local. O meio oeste rural norte-americano está marcado de cemitérios com nomes de igrejas locais que já não mais existem.
Algumas destas igrejas não morreram, na verdade. As pessoas vivas mudaram, mas sensivelmente deixaram o cemitério para trás. Isso pode ser triste, mas é uma parte da ordem natural da terra e geralmente fica tudo bem – se as pessoas foram cristãs em suas atitudes e comportamento durante a crise.
Agora vem as más notícias e elas são muito más. Uma igreja local pode morrer pela ação do inimigo – algumas vezes de fora, mas eu percebo por longa experiência que geralmente é de dentro.
Durante o processo de morte, muitos dos membros da igreja se tornamexperts em nomear e culpar os inimigos de dentro e de fora da igreja. Eles geralmente ficam chocados e feridos ao descobrirem que fazem parte da lista de inimigos que outras pessoas estão fazendo, quando estão apenas pensando no bem da igreja!
Naturalmente, é inerente à expertise que os experts não concordem uns com os outros. Tem sempre um outro modo de ver as coisas. Neste aspecto, uma igreja que está morrendo se assemelha a um tribunal criminal no qual tanto a promotoria quanto a defesa apresentam depoimentos arranjados de “especialistas” para sustentarem o argumento. Em vez de lutar contra a enfermidade terminal que é o inimigo comum da igreja, terminamos lutando uns contra os outros.
Mesmo pessoas boas preferem apontar culpados do que assumir responsabilidades; eu conheço minhas próprias tentações a este respeito. Somos piedosos, auto-confiantes e seguros o bastante para lançar nosso peso ao redor em defesa da tradição da verdade. Temos boas intenções. Em meu próprio caso, levei a sério as palavras de minha filha quando ela observou, no meio de uma disputa de igreja: “Estou cansada de pessoas com boas intenções!” Fazer o certo sempre triunfa sobre as boas intenções.
Alguns descrentes com discernimento conseguem enxergar nossas reais motivações. Os chefes dos sacerdotes dos judeus eram alguns dos melhores homens no mundo de seus dias e Pôncio Pilatos era um dos piores; mas quando os chefes dos sacerdotes trouxeram Jesus a Pilatos, esperando uma sentença de morte, Pilatos viu que estes bons homens não tinham razão.“Vocês querem que eu lhes solte o rei dos judeus? “, perguntou Pilatos,sabendo que fora por inveja que os chefes dos sacerdotes lhe haviam entregado Jesus.” (Marcos 15.9-10 ênfase minha)

Inveja matou Jesus? Soa trivial, mas por que não? É um dos sete pecados mortais. Todos eles são assassinos se persistirem sem que haja arrependimento; este é o significado de mortal. Os pecados mortais matam. Cristãos e igrejas são espectadores ameaçados. Você não precisa procurar por razões sociológicas ou psicológicas quando um ou mais dos pecados mortais estiverem ativos em seu meio. Você não pode confessar os pecados de outras pessoas (que é o que acontece quando se tenta apontar e culpar), mas você deve confessar seus próprios se a igreja irá recuperar de seu estado terminal.
Aqui estão os sete, caso você necessite ser lembrado.
  • Orgulho, quando se age em auto-justificação e determinação de fazer prevalecer seu próprio modo porque é o seu modo.
  • Inveja, quando você está insatisfeito com seu lugar na igreja e age a partir de sua insatisfação para subverter aqueles que estão no lugar que você deseja estar.
  • Glutonaria, quando você é consumido pelo seu consumo e fica sem tempo, energia ou vontade para mais nada.
  • Cobiça, quando seu desejo físico por outro é sem amor e egoísta.
  • Ira, quando direcionada para ferir e destruir a você mesmo ou outros.
  • Avareza, quando seu único alvo é mais para você mesmo.
  • Preguiça, quando não se está nem aí.
Pogo já foi citado inúmeras vezes: “Nós encontramos o inimigo, e ele somos nós.” Se sua igreja estiver morrendo, talvez seja sua vez de citá-lo.
Por Everett Wilson/Sandro Baggio(242)

O que falta à Igreja Brasileira.



Para que agora, pela igreja, a multiforme sabedoria de Deus seja conhecida dos principados e potestades nos céus,
Segundo o eterno propósito que fez em Cristo Jesus nosso Senhor,
Efésios 3:10-11


  E se uníssemos:


                 O fervor dos pentecostais com a moderação e bom senso dos históricos?

                A submissão ao Soberano dos calvinistas com a certeza de que sempre há esperança dos arminianos?
               
                O respeito com os estudos e a teologia dos tradicionais com a dinâmica dos renovados?
               
                O empenho em trabalhar para o bem da nossa era até que Cristo governe em tudo dos pós-milenistas  com “o tempero” de que só o retorno do SENHOR trará plena restauração de todas as coisas dos pré-milenistas?

                O trabalho pela transformação social da Missão Integral com a intercessão profética de um movimento que não tem nome?

                A liberdade, a paixão e o desejo por um relacionamento profundo com o Pai dos ‘adoradores  extravagantes’ com a sensatez e o conhecimento das Escrituras dos ‘blogueiros’?

                O modelo de gestão administrativa dos batistas com a vigilância à comunhão e à unidade do Corpo na igreja primitiva?

                A fé milagrosa dos neo-pentecostais (só isso!) com o entendimento de 'milagre' dos demais grupos?

                E joga tudo da Teologia da Prosperidade fora!

 

 

 http://www.youtube.com/watch?v=54MPV2u877c


segunda-feira, 9 de junho de 2014

Trabalho e Espiritualidade



Por Pedro Arruda



"O valor espiritual do trabalho não está exatamente no que
fazemos, mas prin­cipalmente na motivação com a qual o fazemos."
  
Origem do Trabalho
 

               De maneira geral, acreditamos que espiritualidade só combina com traba­lho se este for religioso, o qual classi­ficamos como o mais nobre de todos, seguido pelo filantrópico ou voluntário. Em razão disso, o trabalho que cha­mamos de secular tem uma conotação quase perversa, pois ele obsta nossos compromissos com Deus. Muitas pes­soas espirituais não vêem a hora de encerrar o expediente e estarem libera­das para participar de uma reunião de oração ou de um culto. Não são pou­cos os que se orgulham de faltar com as obrigações profissionais em favor das religiosas, pois entendem que o traba­lho secular não faz parte do contexto de servir a Deus.

                No entanto, ao atentarmos para a origem do trabalho, veremos que o valor espiritual do trabalho não está exatamente no que fazemos, mas prin­cipalmente na motivação com a qual o fazemos. Para tanto, devemos consi­derar Deus como o autor do trabalho, pois foi ele quem o deu ao homem. Dentro do plano original estabelecido no jardim do Éden, o homem deveria executar o trabalho exclusivamente para Deus, conservando a imagem e a semelhança divinas e portando a gló­ria do criador (Gn 1.26-28).
              
               Assim sendo, cultivar e guardar o jardim, nomear os animais e domi­nar a terra eram tarefas que estavam dentro desta perspectiva original (Gn 1.28; 2.15,19). Era o sacerdócio de Adão. Interagir com a criação, de uma maneira geral, produzia assuntos para os momentos de comunhão com o Senhor e ainda proporcionava o desen­volvimento ao homem. Em meio a isso, ele não precisaria preocupar-se consigo mesmo, pois todo o necessário ao seu sustento a terra produzia naturalmente. Desde então seguia um ciclo de seis dias de trabalho e apenas um descanso.

O Trabalho Depois do Pecado

               Com a tragédia do pecado, o homem passou a ter a necessidade de trabalhar para si próprio para se sus­tentar, além de contar com a adver­sidade da terra (Gn 5.16-19). Com a contínua degradação, uns passaram a trabalhar para outros e, com isso, o trabalho também se transformou num instrumento de opressão nas mãos daqueles que começaram a acumu­lar bens. Sem perceber, ao vender seu trabalho, o homem vendia também a si próprio. Como conseqüência do pecado, o homem deixa de trabalhar para Deus e passa a trabalhar para si mesmo. A ação libertadora do traba­lho, que o trabalho traz em si quando feito para Deus, passa a ser opressora quando realizada a favor do homem.
               
É trabalhando que o homem passa as melhores horas dos melhores dias de sua vida. Se isto não for feito para Deus, que grande desperdício será nossa vida!
    
               Jesus resgatou o conceito do tra­balho para Deus. Ensinou que os lírios do campo não tecem nem fiam, mas que nem Salomão, em toda a sua gló­ria, se vestiu como um deles; que os pardais não precisam se preocupar com a segurança, pois Deus cuida deles (Mt 6.26-54); que, em contrapo­sição, o louco, pelo fato de abarrotar seus celeiros, pensou que podia des­cansar a sua alma (Lc 12.16-21); e que os vinhateiros que assassinaram não só os enviados pelo dono da vinha, mas também o próprio filho dele, imaginavam que podiam apossar-se da herança (Mt 21.55-41). Em meio a tudo isso, Jesus confrontou os legalis­tas afirmando trabalhar porque o seu Pai também trabalhava continuamen­te; aprovou a colheita de espigas pelos seus discípulos no dia de sábado e ainda fez curas nesse mesmo dia (Mt 12.1-15; Jo 5.17). O importante para Jesus não era quando, mas para quem se trabalha.

Neemias: trabalho na reconstrução dos muros
de Jerusalém.
        
              Também sabemos que vão é o trabalho da sentinela, se o Senhor não guardar a cidade; como vão é o traba­lho dos edificadores, se o Senhor não construir a casa (SI 127.1,2). Em Isaías, lemos que desde a eternidade não se ouviu de um Deus como o nosso que trabalhe para aquele que nele espera (Is 64.4). Quando Davi se propôs a cons­truir uma casa para Deus, o resultado foi que Deus se propôs a construir uma casa para ele (2 Sm 7.11).

              Com todos esses exemplos, apren­demos que Deus quer trabalhar por nós e, ao mesmo tempo, espera que trabalhemos por ele. Esse era o prin­cípio do trabalho antes do pecado. Trabalhar de acordo com o verdadeiro objetivo do trabalho, isto é, para Deus, é estimulante e acrescenta tesouros valio­sos sem corrosão da ferrugem, enquan­to que trabalhar para nós mesmos ape­nas causa fadiga e não acrescenta nada à nossa vida, que se resume numa roti­na de enfado e vaidade. Também Paulo ensina aos tessalonicenses que quem não quisesse trabalhar também não deveria comer (2 Ts 5.10) e aos efésios que deveriam trabalhar com as próprias mãos para ter o que repartir com os que necessi­tassem (Ef 4.28). Igualmente encontra­mos esse apóstolo recomendando aos servos – perfeitamente aplicável aos empregados nos dias de hoje – que considerassem o trabalho como se fosse para Deus e não para o patrão humano (Cl 5.22-25). Por outro lado, os senhores – patrões e chefes atu­ais – não deveriam se sentir absolu­tos, cientes que estavam debaixo do mesmo senhorio do servo, ou seja, de Deus (Cl 4.1). Tanto um como outro prestarão conta ao mesmo Senhor.

               Vemos, então, a insistência de que o trabalho deve ser sempre para Deus, quer na condição de empregado, quer na de empregador. No livro de Êxodo (51.1-11; 55.50-56.1,8), vemos que Deus habilita pessoas para atividades como de costureiro, ourives, projetis­ta e outras que seriam consideradas seculares por nós. Portanto, diante de Deus, não há um trabalho mais nobre que o outro; o importante é para quem trabalhamos. Ou seja, podemos servir a Deus com nossas profissões tanto quanto se fossem um ministério. Enten­do que seja mais certo pensar na nossa profissão como ministério do que no nosso ministério como profissão, pois dessa forma estendemos a santidade para o meio secular, enquanto que de outro modo impomos a secularização aquilo que é sacro.


Trabalho e Sacerdócio
O Novo Testamento convoca todos ao sacerdócio (1 Pe 2.9), inde­pendentemente de sua profissão: pescador, cobrador de impostos, pro­fessor, mecânico, pedreiro, empresá­rio. Muito embora saibamos disso, é difícil aceitar, pois nos parece que o pastor e o bispo são mais sacerdotes que o lixeiro. Ora, Adão, ao cultivar o Jardim do Éden, o fazia ao Senhor, e isso era o seu sacerdócio.
               Em contraste com o sistema atual de organização das igrejas, que separa as pessoas em clero e leigas, sempre é bom lembrar que o Novo Testa­mento, apesar de reconhecer lideran­ças, não trata os demais como leigos. Aliás, segundo nos lembra R. Paul Stevens, no livro Os Outros Seis Dias, as duas expressões gregas “laikos” e “idiótés”, usadas como depreciativas e traduzidas como leigo, não são apli­cáveis de fato aos cristãos. A primei­ra, com o sentido de “pertencente ao povo comum”, não é encontrada no Novo Testamento. A segunda, usada em contraposição a perito ou espe­cialista, aparece duas vezes: pelos membros do sinédrio que, surpresos, constatam a pregação poderosa dos apóstolos Pedro e João, que eram pes­soas comuns e sem instrução (idiótai – At 4.13); e por Paulo para se referir à pessoa fora da igreja, que adentra uma reunião e não consegue compre­ender as línguas estranhas ali faladas (1 Co 14.23).

              Portanto em nenhuma ocasião cabe ao cristão a conotação de leigo. Quando se refere à multidão ou à nação de Deus, o termo aplicado é laos, incluindo a liderança. À medida que se passou a distinguir o clero, por conseqüência surgia o leigo ou laica- to, o trabalho religioso e o secular e, a exemplo de outras culturas, o poder religioso associado com o poder políti­co e econômico.
"À medida que se passou a distinguir o clero, por consequência
surgia(...) o trabalho religioso e o secular."

              (...)

              Se pretendemos trabalhar para Deus, precisamos considerar se o que fazemos ou vamos fazer está em conformidade com a vocação para a qual fomos por ele chamados. Este deve ser o principal fator a ser levado em consideração para nossa profissão e não o mercado de trabalho ou o desejo de terceiros. Preci­samos ter em mente que num mundo com tanta diversidade, igualmente diver­sas devem ser as profissões. Por isso, não se pode conceber que no conceito divi­no algumas profissões possam ser mais importantes que outras, ao contrário da valorização que os homens atribuem, quer do ponto de vista econômico, reli­gioso, político etc.

             Diante disso, é preciso saber como servir a Deus diretamente através do trabalho, com a atitude correta que nos faça sentir essa realidade. Não é somente quando se consegue um espaço para fazer uma reunião de evangelismo ou orar junto com outros colegas que se contribui para o reino de Deus no ambiente de trabalho. Tampouco o dízimo do meu salário é o único resultado espiritual desse meu esforço.

Nunca podemos esquecer que a maneira como executamos nossas tarefas denuncia a atitude que temos em nosso coração.

Devemos procurar entender a von­tade de Deus e se Cristo está em nós e nós nele, então tudo, absolutamente tudo, deverá ser em obediência ao Pai. Se o Pai nos deu o trabalho é porque dele temos necessidade; logo, se o faze­mos em atitude correta, isso redundará em santidade e glória para o Senhor, não nos cabendo sentimentos de culpa por imaginarmos que tal trabalho possa nos privar de uma atividade religiosa.
Parte deste artigo foi inspirada pelo conteúdo do livro “Os Outros Seis Dias-Vocação, Trabalho e Ministério na Perspectiva Bíblica”, R.Paul Stevens, Ed. Ultimato, 2005

Evangelismo Estratégico

 
EVANGELISMO E MISSÕES
"Em todos os lugares, de todas as formas"
                Queremos que todos conheçam Jesus, em todos os lugares, de todas as formas. Cremos que não há uma única maneira de fazer missões, investimos na diversidade, e assim temos realizado a obra missionária lançando mão de inúmeras estratégias. Aqui você pode conhecer um pouco daquilo que temos realizado dentro deste propósito e visão.

1. Impactos Evangelísticos
RecenseamentoUm local (bairro ou cidade) é escolhido para receber o Impacto, onde a nossa equipe trabalha durante todo o dia, realizando diversas atividades em diferentes pontos estratégicos previamente estabelecidos. O propósito é, como o nome já diz, impactar o local com a mensagem do Evangelho. As atividades realizadas variam de acordo com as necessidades e recursos levantados, mas na maioria das vezes, durante o Impacto nossas Brinquedos para as criançasequipes trabalham nas seguintes áreas:
Recenseamento de casa em casa;
Trabalho com crianças nas praças (brincadeiras, oficinas, pintura, brindes);
Apresentações de música, dança e teatro ao ar livre;
Serviços gratuitos para a população: Atendimento na area de saudeatendimento psicológico e jurídico, cabeleireiro, manicure, assistência médica (aferimento de pressão, teste de glicemia, controle de obesidade, orientações gerais), assistência odontológica (exames e diagnósticos, orientações profiláticas de higiene), etc.
Evangelismo pessoal;
   
2. Blitz

               No ritmo acelerado da sociedade em que vivemos, rápidas abordagens pessoais e apresentações artísticas de curta duração se tornam ferramentas poderosas para a transmissão do Evangelho.
Peças de teatro, pantomimas, distribuição de “pulseiras evangelísticas” com o plano de salvação, e apresentações de dança e artes circenses são algumas das atividades realizadas em locais estratégicos, tais como: feiras livres, shows, semáforos, praças e parques, eventos culturais de grande porte, pontos turísticos, shoppings, enfim, onde for possível.
"Em todos os lugares, de todas as formas..."
 Pulseiras com o plano de savacaoBlitz Evang durante o Carnaval


3. Kids Games e Teen Games

               São eventos esportivos, com gincanas, brincadeiras, atividades culturais e distribuição de brindes, onde o amor de Jesus é apresentado a crianças e adolescentes de maneira lúdica e efetiva. Pode ser realizado em ginásios, parques, escolas, clubes ou qualquer outro lugar com estrutura para receber as crianças com segurança e comodidade.
Teen Ganes no Parque AquaticoKids Games
  
 
4. Visitas a hospitais, orfanatos, asilos e clínicas de recuperação
Visitacao em asilos

               Algumas instituições são, por si só, locais de sofrimento e dor. Através de uma palavra amiga de encorajamento, brincadeiras saudáveis e simples demonstrações de carinho e atenção, o enfermo se reanima, o viciado tem sua alegria renovada e o idoso não se sente mais só. A assistência em locais onde as pessoas normalmente estão abandonadas, enfrentando lutas e precisando de ajuda, tem socorrido os aflitos e levado esperança a corações carentes de amor. É o Evangelho todo sendo levado a todas as pessoas.


5.  Cursos de Artesanato
               Os cursos de trabalhos manuais oferecidos gratuitamente pela igreja à população, tem apresentado aos participantes um passatempo saudável e aberto portas para uma maneira de aumentar o orçamento doméstico. Além disso, tem atraído pessoas da comunidade para um contato mais próximo com o Evangelho e a mensagem da Salvação. Homens e mulheres que chegam para aprender a costurar, bordar, tecer ou pintar, aprendem também o quanto são amados por Jesus, e o que precisam fazer para obterem a vida eterna prometida por Ele.

6. Assistência a moradores de rua

               Os moradores de rua, marginalizados e desprezados pela sociedade, são também seres humanos pelos quais Jesus deu a vida. Muitas vezes vítimas de políticas Cristo na madrugadasociais ineficientes, da falta de estrutura familiar ou de suas próprias fraquezas emocionais, o morador de rua possui uma rica história de vida e apresenta inúmeras necessidades, não só materiais para suprir fome e frio, mas também sociais e espirituais. Levar-lhes um pouco de calor humano, roupas, alimentos, sorrisos, abraços, bem como a mensagem gloriosa da cruz é o mínimo que Jesus espera que façamos.




Copiado de:


quarta-feira, 4 de junho de 2014

Brasil e Índia: O começo de um processo para endireitar as veredas!


“Segundo o que está escrito no livro das palavras do profeta Isaías, que diz: Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; Endireitai as suas veredas. Todo o vale se encherá, E se abaixará todo o monte e outeiro; E o que é tortuoso se endireitará, E os caminhos escabrosos se aplanarão; “ Lucas 3:4-5

Há algumas semanas recebemos em nossa igreja a visita do missionário Cadjhi. Cadjhi é indiano e trabalha com sua esposa no resgate de crianças em situação de risco no país mais populoso do mundo.

               Ouvimos relatos de crianças de oito anos iniciadas na prostituição. Um deles permanecia escondido embaixo da cama da mãe, ouvindo tudo, pois poderia ser estuprado caso saísse. Como todo culto nesse teor, foi muito emocionante! E uma emoção válida!! Não aquela emoção particular, da qual você chora e sai sem transformação, mas uma emoção que desencadeia uma busca por “endireitar as veredas”. Mas “endireitar as veredas” só se produz se os efeitos daquela noite perdurarem daqui pra frente. Não adianta entendermos a situação da Índia, ou de qualquer ambiente tortuoso, e continuarmos em nosso estado de “nada fazer”:                              

 “Aquele que ouve a palavra, mas não a põe em prática, é semelhante a um homem que olha a sua face num espelho e, depois de olhar para si mesmo, sai e logo esquece a sua aparência. Mas o homem que observa atentamente a lei perfeita que traz a liberdade, e persevera na prática dessa lei, não esquecendo o que ouviu, mas praticando-o, será feliz naquilo que fizer. “ Tiago 1:23-25
 
        E apesar de nosso país não abrigar um sistema de castas (alguns dirão que existe, mas não é tão rígido quanto na terra do rio Ganges), temos problemas muito parecidos aqui, pertinho, nas terras da tia Dilma. Vejam os dados:
• *1 O número de trabalhadores infantis na indústria do sexo estacionou em 500 mil em 2012, de acordo com o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil, uma rede de organizações não-governamentais. O número aponta um crescimento desde 2001, quando 100 mil crianças trabalhavam na indústria do sexo, de acordo com iniciativas da UNICEF(...) Com o Brasil às vésperas de sediar a Copa do Mundo neste ano, autoridades temem pela explosão da prostituição infantil.

• *2 O mapeamento da PRF mostra ainda que, entre 2011 e 2012, o Brasil tinha 1.776 pontos vulneráveis à prostituição infantil. Deste total, 691 são pontos críticos, 480 pontos são classificados como de alto risco, 349 pontos de médio risco e 256 de baixo risco. O Nordeste tem o maior número de pontos críticos, mas, em números absolutos, o Centro-Oeste lidera.

 O que fazer?
                     O jejum que desejo não é este: soltar as correntes da injustiça, desatar as cordas do jugo, pôr em liberdade os oprimidos e romper todo jugo? Não é partilhar sua comida com o faminto, abrigar o pobre desamparado, vestir o nu que você encontrou, e não recusar ajuda ao próximo? Isaías 58:6-7
                     Precisamos de um movimento espiritual! Os índices de corrupção, prostituição infantil, acidentes naturais só aumentam, pois estamos enclausurarados em nossas paredes! Precisamos de um movimento de intervenções, de AÇÕES PROFÉTICAS! As igrejas e  comunidades evangélicas abrigam quase 26% da população brasileira, uma massa que pode alterar os rumos de qualquer país.  O SENHOR nos diz claramente em Is 58: Este é o jejum que o SENHOR quer de nós:
1. Mobilização. Marquem um dia para distribuir panfletos de combate à prostituição infantil em lugares com grande fluxo de caminhoneiros ou postos de gasolina em beira de estradas. Exibam filmes sobre o assunto em telões;
              
2. Apoio. Procurem informações sobre organizações que trabalham no combate a exploração do trabalho infantil. Reúna os grupos de jovens, adolescentes e adultos de sua igreja para apresentar a situação, orar e estudar o que o Pai nos diz, na Palavra, sobre ao assunto (sugiro a leitura de Is 58; Miqueias 6.6-16; Atos 10.38; Ef 2.10; Fp 4.8 Tiago 1.27; 1 Pe 2.15,20);

 3. Intercessão. Orem incessantemente por este problema. Vamos pedir a Deus que nos ponha como obreiros da seara para que possamos clamar por outros. Entramos num processo de ação: então mãos à obra! Se não conseguirmos transformar o mundo, pelo menos deixaremos uma marca!

Fontes de apoio:

*1 http://esportes.terra.com.br/futebol/copa-2014/as-vesperas-da-copa-do-mundo-prostituicao-infantil-e-preocupacao-em-sedes,97ac46ac709b2410VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html *2 http://noticias.r7.com/brasil/cinco-estados-concentram-metade-dos-pontos-de-prostituicao-infantil-em-rodovias-federais-11102013