(Não concordo com os rumos que o Gondim tem tomado. Mas esse texto compilou tudo em que acredito!)
Religião e alucinação
Por Ricardo Gondim
Tenho muita pena dos crédulos. Chego a chorar por mulheres e homens ingênuos; os de semblante triste que lotam as... magníficas catedrais, na espera de promessas que nunca se cumprirão. Estou consciente de que não teria sucesso s...e tentasse alertá-los da armadilha que caíram. A grande maioria inconscientemente repete a lógica sinistra do “me engana que eu gosto”.
Se pudesse, eu diria a todos que não existe o mundo protegido dos sermões. Só no “País da Alice” é possível viver sem perigo de acidentes, sem possibilidade da frustração, sem contingência e sem risco.
Se pudesse, eu diria que não é verdade que “tudo vai dar certo”. Para muitos (cristãos, inclusive) a vida não “deu certo”. Alguns sucumbiram em campos de concentração, outros nunca saíram da miséria. Mulheres viram maridos agonizar sob tortura. Pais sofreram em cemitérios com a partida prematura dos filhos. Se pudesse, advertiria os simples de que vários filhos de Deus morreram sem nunca verem a promessa se cumprir.
Se pudesse, eu diria que só nos delírios messiânicos dos falsos sacerdotes acontecem milagres aos borbotões. A regularidade da vida requer realismo. Os tetraplégicos vão ter que esperar pelos milagres da medicina - quem sabe, um dia, os experimentos com células tronco consigam regenerar os tecidos nervosos que se partiram. Crianças com Síndrome de Down merecem ser amadas sem a pressão de “terem que ser curadas”. Os amputados não devem esperar que os membros cresçam de volta, mas que a cibernética invente próteses mais eficientes.
Se pudesse, eu diria que só os oportunistas menos escrupulosos prometem riqueza em nome de Deus. Em um país que remunera o capital acima do trabalho, os torneiros mecânicos, motoristas, cozinheiros, enfermeiras, pedreiros, professoras, terão dificuldade para pagar as despesas básicas da família. Mente quem reduz a religião a um processo mágico que garante ascensão social.
Se pudesse, eu diria que nem tudo tem um propósito. Denunciaria a morte de bebês na Unidade de Terapia Intensiva do hospital público como pecado; portanto, contrária à vontade de Deus. Não permitiria que os teólogos creditassem na conta da Providência o rio que virou esgoto, a floresta incendiada e as favelas que se acumulam na periferia das grandes cidades. Jamais deixaria que se tentasse explicar o acidente automobilístico causado pelo bêbado como uma “vontade permissiva de Deus”.
Se pudesse, eu pediria as pessoas que tentem viver uma espiritualidade menos alucinatória e mais “pé no chão”. Diria: não adianta querer dourar o mundo com desejos fantasiosos. Assim como o etíope não muda a cor da pele, não se altera a realidade, fechando os olhos e aguardando um paraíso de delícias.
Estou consciente de que não serei ouvido pela grande maioria. Resta-me continuar escrevendo, falando… Pode ser que uns poucos prestem atenção.
Soli Deo Gloria
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
quarta-feira, 11 de abril de 2012
POR QUE, CRISTÃOS, VOCÊS NÃO EXPERIMENTAM MINHA VIDA ABUNDANTE?
"O ladrão não vem senão para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância." (Jo 10.10)
"Replicou-lhe Jesus: Todo o que beber desta água tornará a ter sede;,mas aquele que beber da água que eu lhe der nunca terá sede; pelo contrário, a água que eu lhe der se fará nele uma fonte de água que jorre para a vida eterna." (Jo 4.13,14)
Estive ontem em um Congresso, lá em Lamarão do Passé (Pr Neilson), cujo tema foi: "Um novo tempo, uma nova história". Enquanto já aguardava uma "aura" de culto totalmente voltada para uma nova visão, uma nova intrução de Deus para viver um novo tempo, fui totalmente surpreendido por nosso Pai Celestial, que nos trouxe intruções, sim, mas as velhas, de sempre.
O pregador nos mostrou que Deus tem um novo tempo, sim: a novidade de vida da conversão (2 Cor 5.17). Nela, Deus faz novas todas as coisas. Se o cristão não tem experimentado esse novo tempo, essa nova história, e precisa, constantemente, de "novas unções", "novas visões", "novos atos proféticos" para compreender tudo de novo é porque não está experimentando a completude do amor de Deus e a plenitude do evangelho.
O pregador fez-nos lembrar de outro texto muito interessante:
"Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim havia muito tempo, perguntou-lhe: Queres ficar são?
Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que, ao ser agitada a água, me ponha no tanque; assim, enquanto eu vou, desce outro antes de mim."
(Jo 5.6,7)
O homem que estava almejando a cura estava tão obcecado pelo anjo que movia as águas que não percebeu que Jesus estava à sua frente!! Da mesma forma, muitos cristãos têm estado tão obcecados com "novas visões", "novas unções", "novos tempos", "novas histórias" que se esquecem que Cristo PROMETEU vida abundante e uma vida que é FONTE QUE JORRA! A contradição, é que os cristãos estão sempre vazios; como comumente se diz: "A 'unção' de ontem não serve pra hoje!". E aí surge a pergunta: "POR QUE, CRISTÃOS, VOCÊS NÃO EXPERIMENTAM A VIDA ABUNDANTE DE JESUS?"
Jesus nos ensinou que quem bebesse dessa água JAMAIS TORNARÁ A TER SEDE! E por que os cristãos estão sempre tendo sede? Por que nunca estãos saciados e vivem cantando que têm sede e fome, "caçando Deus"? É pela mesma razão que o músico João Alexandre pregou: "Estão distantes do trono, caçadores de Deus ao som de um shofar...". Por que sempre precisamos ter "restituição", "novas histórias", "novos tempos"? O tempo todo nossa "novidade de vida" fica velha! É um evangelho incompleto, "fast food", sem GRAÇA!
EFÉSIOS 3
"16 para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais robustecidos com poder pelo seu Espírito no homem interior;
17 que Cristo habite pela fé nos vossos corações, a fim de que, estando arraigados e fundados em amor,
18 possais compreender, com todos os santos, qual seja a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade,
19 e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios até a inteira plenitude de Deus."
"(...)até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo; (EF 4.13)"
Falta-nos tomar posse, pela Fé, da plenitude de Deus! Falta-nos crer que a graça e o poder nos bastam!! Que CRISTO é nossa maior riqueza. Que quando nos ajuntamos, ou a sós, em oração incessante, mergulhados no Espírito Santo, em outras palavras: quando vivemos a igreja, nossa sede é saciada! ESTAMOS SEMPRE COM SEDE PORQUE NÃO TEMOS SIDO ENCHIDOS PARA QUE JORREM ÁGUA DAS FONTES . COMO NÃO HÁ ÁGUA PRA ONDE JORRAR, A FONTE É RETIDA! Precisamos parar tudo, dobrar nossos joelhos, abrir o "velho livro" e encher o tanque. Pelo contrário, temos tentado saciar a sede "bebendo" das fontes turvas dos ministérios de louvor e dos pregadores atuais, fontes essas que não substituem um tempo de leitura bíblica e oração em profunda initmidade com Deus!
A Fé é a fonte do poder! Mas Fé nas Escrituras e não no que ouvimos, nem nas "palavras proféticas"!! A fé em lugares errados gera sede, mas quem bebe diretamente das palavras de Cristo NUNCA, EU DISSE NUNCA TORNARÁ A TER SEDE!
Salvador, 11/04/2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
O NOVO LIVRO SAGRADO DOS EVANGÉLICOS!
O NOVO LIVRO SAGRADO DOS EVANGÉLICOS
A exemplo dos Mórmons, os evangélicos brasileiros estão prestes a ter um novo livro sagrado com revelações dos profetas modernos! Sim, amigos, já que a Bíblia não é mais a única regra de Fé e prática é preciso compilar um novo livro: A Revelação Gospel dos Últimos Dias (RGPU)
Vejamos alguns textos básicos:
"Deus está levantando uma geração de adoradores." Livro dos Levitas Cap.1
O Termo "adorador", exaustivamente usado pelos "levitas", aparece apenas uma vez em Jo 4.24. Já a palavra discípulo aparece de forma exaustiva nos evangelhos e em Atos. ENTÃO, ACHO QUE DEUS ESTÁ MAIS INTERESSADO QUE FAÇAMOS DISCÍPULOS DO QUE ADORADORES (Mat. 28. 19; Atos 6.1).
"Quem tem promessa de Deus não morre."- Livro dos Profetas de Camboriú 2.2
Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.
Hebreus 11:13
"Deus vai derramar a Unção Financeira nos últimos dias." --Livro de Morris Cerullo. 6.66
A única unção que Deus derramou nos últimos dias foi o Espírito Santo. A profecia de Joel (derramamento do Espírito Santo) cumpriu-se em Atos (Ler Atos 2.17-22). Agora, se alguém está cansado do Espírito Santo, pode continuar pedindo Nova Unção. Só não posso dizer de onde ela vem!
"Assim como Deus chamou uns para profetas e apóstolos, Deus tem chamado outros para adorar com música e dança!"-- Livro dos Levitas 1.5
Deus não chama ninguém para dançar e cantar! Deus chama discípulos e dá dons para duas coisas específicas: edificar o corpo ou anunciar o evangelho! Não existe chamado para tocar ou dançar, mas pode existir chamado para anunciar o Evangelho por meio da música ou dança. A diferença crucial é que o Evangelista pregará o Evangelho (ou edificará o corpo) com música ou sem música, e o músico/dançarino só se engajará quando ele puder usar o seu TALENTO!!
"Vai acontecer. tem que acontecer! O anjo vai descer aqui pra te abençoar"-->Livro dos Levitas Cap 6.6
E se Deus não quiser que aconteça? É Inadmissível? É Inaceitável? O Milagre em sua vida é inevitável? Diga isso a Paulo que orou por três vezes e Deus não deu a "vitória dele" (II Cor 12.7-9) ou Timóteo, que teve que se consolar com um remédio natural (1 Tim 5.23). Quem é o senhor mesmo?
"Deus vai realizar todos os sonhos e promessas em sua vida hoje, porque seus sonhos são os sonhos de Deus" ---> Livro dos Profetas de Camboriú 2.4; Livro dos Levitas 5.1
Aí a visitante, que está no banco da Igreja, (espero muito que ela seja mesmo visitante) que está com o marido de outra, recebendo a promessa de que o marido da outra vai largar a oficial para ficar com ela, e tendo isso como um sonho, começa a chorar e diz: "Eu recebo, SENHOR!"
Queria saber qual é o critério para dizer se um sonho é de Deus ou se é meu!!
"Deus vai restaurar o Brasil! Economia sarada, um povo restaurado. Deus sarará a nossa Terra!"----> Livro dos Levitas 21.66
Mateus 24 diz que os sinais da volta de Jesus seriam fome, morte, falsos profetas. 1 Tim.4 diz que teríamos homens amantes de si mesmos, CORRUPTOS, violentos, mais amantes dos deleites do que Deus Deus. Cabe a você acreditar!
E se o Brasil será restaurado, me respondam: PRA QUE JESUS PRECISA VOLTAR?
"Profetiza! Determine sua benção!" ---> Livros dos Apóstolos e Levitas Modernos 6.6
Determinar? Quem somos nós para tomar o lugar do soberano senhor? Ele é quem expede decretos e nós, seus servos, apenas os cumprimos!
E mais revelações que virão por aí...
"Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue.
Porque eu sei isto que, depois da minha partida, entrarão no meio de vós lobos cruéis, que não pouparão ao rebanho;
E que de entre vós mesmos se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si.
Portanto, vigiai,(...)
Atos 20:28-31"
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Impacto de Labatut: Pescando no "viveiro de peixes"!
" Chegando o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos num só lugar. Então Pedro levantou-se com os Onze e, em alta voz, dirigiu-se à multidão: Homens da Judéia e todos os que vivem em Jerusalém, deixem-me explicar-lhes isto! Ouçam com atenção: "
Atos 1.1,14
"O nome Pirajá significa na língua tupi - pira-ya - ou viveiro de peixes. Antiga terra dos índios Tupinambás, em 1972, passou a Parque Histórico por decreto municipal, garantindo a preservação do Patrimônio Histórico ligado à guerra da Independência. "
A Comissão (foto acima) formada por membros representantes da Primeira Igreja Batista em Pirajá, Igreja Batista Belém, Igreja Batista Missionária em Pirajá, Igreja Batista Missionária Nova Canaã e Igreja Batista de Missões reuniram-se e realizaram o 1° Impacto Cristão de Labatut. Foi um período árduo, principalmente porque não tínhamos uma experiência prévia de como atuar em uma festa com esse porte, mas Do SENHOR foi nos conduzindo e trazendo pessoas que só contribuiram para o bem do sucesso desse projeto.
Informações sobre o Bairro e a festa:
http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/vivendo-polo.php?cod_area=6&cod_polo=17
http://paginatres.blogspot.com/2008/07/festa-de-labatut-em-piraj-traz-lucro.html#%21/2008/07/festa-de-labatut-em-piraj-traz-lucro.html
http://tvliberdade.blogspot.com/2010/07/festa-de-labatut-pode-virar-patrimonio.html
http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/doc-polo/Correio,%208.07.88,%20cad.1,p.6.pdf
Outros relatos:
http://andersonfisioterapia.wordpress.com/2011/07/
Ministério de Coreografia: BLOG
http://www.ministeriodecoreografia.wordpress.com/
Atos 1.1,14
"O nome Pirajá significa na língua tupi - pira-ya - ou viveiro de peixes. Antiga terra dos índios Tupinambás, em 1972, passou a Parque Histórico por decreto municipal, garantindo a preservação do Patrimônio Histórico ligado à guerra da Independência. "
O Bairro, com nome sugestivo, comemora todos anos no dia 1° de julho a sua participação ilustre nas batalhas de Independência da Bahia. Duas semanas após a comemoração cívica (12 a 14 de Julho), celebra-se a Festa de Labatut com uma estrutura digna de Carnaval. Celebrada há mais de três anos com trios elétricos, blocos, palcos que marcam a festa mais badalada de Pirajá e aguardada com muita ansiedade por muitos. Mas, no ano de 2011, houve uma particularidade nessa festa. Dentro do "viveiro de peixes", seis Igrejas reuniram-se para atender o convite de Cristo:
"(...)Sigam-me, e eu os farei pescadores de homens. No mesmo instante eles deixaram as suas redes e o seguiram. " Mat 4.19,20
A Comissão (foto acima) formada por membros representantes da Primeira Igreja Batista em Pirajá, Igreja Batista Belém, Igreja Batista Missionária em Pirajá, Igreja Batista Missionária Nova Canaã e Igreja Batista de Missões reuniram-se e realizaram o 1° Impacto Cristão de Labatut. Foi um período árduo, principalmente porque não tínhamos uma experiência prévia de como atuar em uma festa com esse porte, mas Do SENHOR foi nos conduzindo e trazendo pessoas que só contribuiram para o bem do sucesso desse projeto.
O Início
Convites enviados e as seis Igrejas já citadas aceitaram o desafio! O Movimento foi iniciado pela ministra de Missões da Primeira Igreja Batista de Pirajá, Élida Silva, junto com sua equipe. As reuniões foram realizadas, em grande parte na Igreja Batista de Missões, sob responsabilidade dos pastores Wilson e Mara. Tivemos diversas reuniões e inúmeros desafios: quando começaríamos o impacto, como alcançar o maior número de pessoas possível, como manter a segurança da equipe, manter ou não Igrejas abertas, onde conseguiríamos recursos, ques estratégias usar...aff!
À medida que nos conhecíamos como equipe as decisões iam sendo tomadas. Definimos distribuir os participantes do Impacto em cinco Núcleos distribuídos ao longo do trajeto. Nossa BASE de APOIO ficou sendo a Igreja Batista de Missões e cada Núcleo ficou com uma sub-base que era uma Igreja de apoio rápido. Cada Núcleo utilizaria estratégias como distribuição de água com abordagem pessoal, distribuição de folhetos, teatro e dança. Tivemos apoio do *Ministério de Coreografia e do Ministério de Louvor da Primeira Igreja Batista em Pirajá e da Igreja Batista Nova Canaã . Também tivemos apoio da Igreja Batista Missionária da Independência que nos disponiblizoum um irmão para dividir conosco experiências dos impactos de Carnaval, do Grupo de Dança e Impactos Geração Forte e da JOCUM (Jovens com Uma Missão) da qual tivemos apoio, treinamentos e presença de missionários.
Fizemos vigílias de oração e distribuímos pedidos de oração pelas Igrejas do Bairro! Fizemos em calendário de oração até o fim do projeto para que Deus estivesse direcionado tudo, e O SENHOR não nos deixou sem resposta: esteve conosco, perceptivelmente, em todo o tempo!
O Impacto
No dia do Impacto eram grandes as expectativas e a correria. Mas todos os envolvidos sentiam a leveza e a certeza de quem estava fazendo a coisa certa!
As atividades correram da forma esperada, ressalvados os improvisos de última hora (rsrsrsrs). As pessoas estavam muito abertas à mensagem apesar da euforia da festa. Em cada núcleo, pessoas revezavam-se em todo o tempo nos serviços de aferição de pressão sanguínea, entrega de panfletos, entrega de água e provisão de materiais. Tivemos apresentaçõs de voz e violão, bandas em dois lugares no domingo a tarde (ápice da festa), pregações, uso de cubos evangelísticos, aconselhamento bíblico. A PIB de Pirajá realizou o culto do domingo, pela manhã, do lado de fora da Igreja! Os irmãos estavam animados e dispostos. Em todo tempo pessoas revezavam-se nos núcleos. Muitas pessoas foram alcançadas por cada crente que se envolveu!
Sou extremamente grato a Deus pela Graça de ser parte (direta) disso! Glória, pois, a Jesus Cristo por tudo isso!!
Informações sobre o Bairro e a festa:
http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/vivendo-polo.php?cod_area=6&cod_polo=17
http://paginatres.blogspot.com/2008/07/festa-de-labatut-em-piraj-traz-lucro.html#%21/2008/07/festa-de-labatut-em-piraj-traz-lucro.html
http://tvliberdade.blogspot.com/2010/07/festa-de-labatut-pode-virar-patrimonio.html
http://www.culturatododia.salvador.ba.gov.br/doc-polo/Correio,%208.07.88,%20cad.1,p.6.pdf
Outros relatos:
http://andersonfisioterapia.wordpress.com/2011/07/
Ministério de Coreografia: BLOG
http://www.ministeriodecoreografia.wordpress.com/
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
MINISTÉRIO [Série "Termos Vazios" IV]
Termos “Vazios”
Termos “Vazios” são uma série de termos ostensivamente empregados no meio evangélico , extraídos da Bíblia, mas tratados de maneira superficial, confusa ou por demais supersticiosa. O objetivo desse estudo é trazer uma reflexão biblicamente fundamentada sobre nossas práticas e uma bela compreensão do que Deus deseja de seus filhos.
Termo Vazio IV
MINISTÉRIO
O Termo ministério é usado, atualmente, para designar todo o tipo de coisa. Desde nomes de igrejas [ou comunidades dita evangélicas] até bandas, empresas [com fins lucrativos], etc... É um termo que caiu tanto no uso que hoje é apenas um “sacralizador”, um termo que dá um adjetivo “espiritual” a outro termo [por exemplo: há uma grande diferença entre uma banda de louvor e um ministério de louvor, não é mesmo?].
O termo “ministério” não é usado tão ostensivamente na Bíblia quanto o é nos dias atuais. A palavra “ministério” tem a mesma origem na palavra diáconos e indica “serviço”. Logo, ministério é um serviço prestado a alguma coisa ou alguém.
Mas, quantas vezes os Ministérios tem sido modelados para apresentar trabalhos, ostentar nomes pessoais, projetar sonhos particulares e não para servir pessoas. Fil 2.3-7 mostra a postura de Jesus, que sendo em forma de Deus não tomou isso como motivo de ostentar-se, mas tomou a forma de SERVO [escravo, diácono, ministro]. Por isso, no serviço, devemos considerar os outros SUPERIORES A NÓS MESMOS. Em nossos ministérios somos tentados todos os dias a fazer a nossa vontade, a projetar nossos sonhos. Mas devemos orar para ter a mesma noção de Jesus em considerar as pessoas alcançadas pelo nossos ministérios, superiores.
O Ministério tem outro fim proveitoso. Falando especificamente sobre o ministério diretivo [pastores, profetas, doutores], Paulo adverte em Ef 4. 11-16 que estes devem ser exercidos “visando o amadurecimento do corpo”. Nosso Ministério tem se preocupado em tornar as pessoas mais maduras, mais íntimas de Cristo? As pessoas têm crescido através do nosso Ministério? Um Ministério de música, por exemplo, tem se preocupado com os aspectos doutrinários do louvor ou apenas com aspectos técnicos, que alegram somente os que os executam?
Ser ministro é servir! Se desejas ser ministro, aprendas primeiro a ser um escravo, a viver para fazer o outro feliz. Não é assim que observamos em nosso mestre, Jesus?
Termos “Vazios” são uma série de termos ostensivamente empregados no meio evangélico , extraídos da Bíblia, mas tratados de maneira superficial, confusa ou por demais supersticiosa. O objetivo desse estudo é trazer uma reflexão biblicamente fundamentada sobre nossas práticas e uma bela compreensão do que Deus deseja de seus filhos.
Termo Vazio IV
MINISTÉRIO
O Termo ministério é usado, atualmente, para designar todo o tipo de coisa. Desde nomes de igrejas [ou comunidades dita evangélicas] até bandas, empresas [com fins lucrativos], etc... É um termo que caiu tanto no uso que hoje é apenas um “sacralizador”, um termo que dá um adjetivo “espiritual” a outro termo [por exemplo: há uma grande diferença entre uma banda de louvor e um ministério de louvor, não é mesmo?].
O termo “ministério” não é usado tão ostensivamente na Bíblia quanto o é nos dias atuais. A palavra “ministério” tem a mesma origem na palavra diáconos e indica “serviço”. Logo, ministério é um serviço prestado a alguma coisa ou alguém.
Mas, quantas vezes os Ministérios tem sido modelados para apresentar trabalhos, ostentar nomes pessoais, projetar sonhos particulares e não para servir pessoas. Fil 2.3-7 mostra a postura de Jesus, que sendo em forma de Deus não tomou isso como motivo de ostentar-se, mas tomou a forma de SERVO [escravo, diácono, ministro]. Por isso, no serviço, devemos considerar os outros SUPERIORES A NÓS MESMOS. Em nossos ministérios somos tentados todos os dias a fazer a nossa vontade, a projetar nossos sonhos. Mas devemos orar para ter a mesma noção de Jesus em considerar as pessoas alcançadas pelo nossos ministérios, superiores.
O Ministério tem outro fim proveitoso. Falando especificamente sobre o ministério diretivo [pastores, profetas, doutores], Paulo adverte em Ef 4. 11-16 que estes devem ser exercidos “visando o amadurecimento do corpo”. Nosso Ministério tem se preocupado em tornar as pessoas mais maduras, mais íntimas de Cristo? As pessoas têm crescido através do nosso Ministério? Um Ministério de música, por exemplo, tem se preocupado com os aspectos doutrinários do louvor ou apenas com aspectos técnicos, que alegram somente os que os executam?
Ser ministro é servir! Se desejas ser ministro, aprendas primeiro a ser um escravo, a viver para fazer o outro feliz. Não é assim que observamos em nosso mestre, Jesus?
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
TERMOS VAZIOS - ESTUDO I - BÍBLIA
Termos “Vazios”
Termos “Vazios” são uma série de termos ostensivamente empregados no meio evangélico , extraídos da Bíblia, mas tratados de maneira superficial, confusa ou por demais supersticiosa. O objetivo desse estudo é trazer uma reflexão biblicamente fundamentada sobre nossas práticas e uma bela compreensão do que Deus deseja de seus filhos.
BÍBLIA
“Cometem ledo engano aqueles que querem descartar a teologia e desprezar a doutrina na busca do avivamento. Desprezar a doutrina é dinamitar os alicerces da vida cristã. Desprezar a doutrina é querer levantar um edifício sem lançar o fundamento. Desprezar a doutrina é querer por um corpo de pé e em movimento sem a estrutura óssea.(...)
Vida sem doutrina gera misticismo e experiencialismo subjetivista. Avivamento sem doutrina é fogo de palha, é movimento emocionalista, é experiencialismo personalista e antropocentrista. Deus tem compromisso com a verdade e a sua Palavra é a verdade e todo avivamento precisa estar fundamentado na Palavra. O avivamento precisa estar norteado pelas Escrituras e não por sonhos e visões. Precisa estar dentro das balizas da Bíblia e não dentro dos muros de revelações subjetivistas, muitas vezes feitas na carne.”
Vivemos hoje na dita “geração de adoradores”. Por ser uma expressão vazia nem mesmo os seus defensores sabem explicar porque essa geração é a geração dos adoradores e as outras não.
De fato, como professou João Alexandre, somos pastoreados por “cantores que não conhecem nada de Bíblia”. Infelizmente, muitos líderes vão pelo mesmo caminho. A experiência de crescimento das Igrejas Evangélicas no Brasil tem feito aparecer movimentos, bandas e igrejas com ideias [chamadas de visões] cada vez mais distantes do que Deus quer para seu povo. E o que Deus quer para o seu povo?
Ah, essa é a pergunta que encontra as respostas mais absurdas! É incrível como os cristãos brasileiros param em frente à televisão para apreciar e receber a unção financeira trazida por um baixinho gordinho que implora uma oferta de R$900,00, ou ainda um cantor que nos ensina a esperar o arrependimento e a humilhação do irmão que te viu passar na prova e não te ajudou, mas tem dificuldade em compreender o “amai a vossos inimigos, fazei [e desejai] o bem aos que vos perseguem”.
Somos fãs dos profetas, dos ministros de louvor e odiamos doutrina! Os cultos doutrinários são frios, assim como as EBDs. Preferimos as reuniões de “adoração”, os pulos, as danças, os gritos!
Mas, para a minha sorte, por uma boa tradição alguns textos bíblicos ainda são lidos nos cultos. Então, muitos cristãos ainda entendem que a Bíblia traz tudo o que Deus requer de nós. Então, lá vai: Faça, nos próximos 28 das o “teste de Atos”. Leia Atos e anote todas as similaridades entre as atividades da sua igreja e a Igreja de Atos. Quais eram as principais atividades da Igreja de Atos? Que prioridades ela tinha?
Ah, irmãos. Conhecemos mais os cds da época gospel do que nosso livro sagrado. Isso não nos corta o coração? Que avivamentos são esses que põem a Palavra de Deus como um mero acessório, e nossas metas são traçadas como base em unções, visões, mensagens “apostólicas”, sonhos “proféticos? Será que O Livro finalmente ficou velho? Quantos sermões ouvimos por aí onde, no máximo são citados cinco trechos da Bíblia e todos fora de contexto?
A Bíblia tem sido o centro das nossas reuniões? Estamos cantando mais do que ouvindo as Palavras de Vida Eterna? Então vamos rever nossos conceitos. A Bíblia É a Palavra de Deus e SEMPRE deve ter a prioridade em nossas reuniões. Deve ser nosso anelo de dia e de noite. Deve ser o alvo dos nossos sonhos e o delimitador das nossas metas. Sem Bíblia, tudo o que fazemos é vazio e sem Deus. “Para sempre, oh SENHOR, a Tua Palavra permanece no Céu”!
Termos “Vazios” são uma série de termos ostensivamente empregados no meio evangélico , extraídos da Bíblia, mas tratados de maneira superficial, confusa ou por demais supersticiosa. O objetivo desse estudo é trazer uma reflexão biblicamente fundamentada sobre nossas práticas e uma bela compreensão do que Deus deseja de seus filhos.
BÍBLIA
“Cometem ledo engano aqueles que querem descartar a teologia e desprezar a doutrina na busca do avivamento. Desprezar a doutrina é dinamitar os alicerces da vida cristã. Desprezar a doutrina é querer levantar um edifício sem lançar o fundamento. Desprezar a doutrina é querer por um corpo de pé e em movimento sem a estrutura óssea.(...)
Vida sem doutrina gera misticismo e experiencialismo subjetivista. Avivamento sem doutrina é fogo de palha, é movimento emocionalista, é experiencialismo personalista e antropocentrista. Deus tem compromisso com a verdade e a sua Palavra é a verdade e todo avivamento precisa estar fundamentado na Palavra. O avivamento precisa estar norteado pelas Escrituras e não por sonhos e visões. Precisa estar dentro das balizas da Bíblia e não dentro dos muros de revelações subjetivistas, muitas vezes feitas na carne.”
Vivemos hoje na dita “geração de adoradores”. Por ser uma expressão vazia nem mesmo os seus defensores sabem explicar porque essa geração é a geração dos adoradores e as outras não.
De fato, como professou João Alexandre, somos pastoreados por “cantores que não conhecem nada de Bíblia”. Infelizmente, muitos líderes vão pelo mesmo caminho. A experiência de crescimento das Igrejas Evangélicas no Brasil tem feito aparecer movimentos, bandas e igrejas com ideias [chamadas de visões] cada vez mais distantes do que Deus quer para seu povo. E o que Deus quer para o seu povo?
Ah, essa é a pergunta que encontra as respostas mais absurdas! É incrível como os cristãos brasileiros param em frente à televisão para apreciar e receber a unção financeira trazida por um baixinho gordinho que implora uma oferta de R$900,00, ou ainda um cantor que nos ensina a esperar o arrependimento e a humilhação do irmão que te viu passar na prova e não te ajudou, mas tem dificuldade em compreender o “amai a vossos inimigos, fazei [e desejai] o bem aos que vos perseguem”.
Somos fãs dos profetas, dos ministros de louvor e odiamos doutrina! Os cultos doutrinários são frios, assim como as EBDs. Preferimos as reuniões de “adoração”, os pulos, as danças, os gritos!
Mas, para a minha sorte, por uma boa tradição alguns textos bíblicos ainda são lidos nos cultos. Então, muitos cristãos ainda entendem que a Bíblia traz tudo o que Deus requer de nós. Então, lá vai: Faça, nos próximos 28 das o “teste de Atos”. Leia Atos e anote todas as similaridades entre as atividades da sua igreja e a Igreja de Atos. Quais eram as principais atividades da Igreja de Atos? Que prioridades ela tinha?
Ah, irmãos. Conhecemos mais os cds da época gospel do que nosso livro sagrado. Isso não nos corta o coração? Que avivamentos são esses que põem a Palavra de Deus como um mero acessório, e nossas metas são traçadas como base em unções, visões, mensagens “apostólicas”, sonhos “proféticos? Será que O Livro finalmente ficou velho? Quantos sermões ouvimos por aí onde, no máximo são citados cinco trechos da Bíblia e todos fora de contexto?
A Bíblia tem sido o centro das nossas reuniões? Estamos cantando mais do que ouvindo as Palavras de Vida Eterna? Então vamos rever nossos conceitos. A Bíblia É a Palavra de Deus e SEMPRE deve ter a prioridade em nossas reuniões. Deve ser nosso anelo de dia e de noite. Deve ser o alvo dos nossos sonhos e o delimitador das nossas metas. Sem Bíblia, tudo o que fazemos é vazio e sem Deus. “Para sempre, oh SENHOR, a Tua Palavra permanece no Céu”!
Os falsos Avivamentos
O Rev. Hernandes Dias Lopes, em seu livro AVIVAMENTO URGENTE, apresenta sete interessantes razões sobre o que não deve ser entendido como avivamento de verdade. Sou devedor ao dileto colega por suas pertinentes observações. Transcrevo-as quase que na íntegra.
2.1. Avivamento não é um programa agendado pela igreja.
Avivamento não é ação da igreja, mas de Deus. Avivamento é obra soberana e livre do Espírito Santo. A igreja não promove e nem faz avivamento. A igreja não é agente de avivamento. A igreja não agenda e nem programa avivamento. A igreja só pode buscar o avivamento e preparar o caminho da sua chegada. A igreja não produz o vento do Espírito, ela só pode içar suas velas em direção a esse vento.
A soberania de Deus, no entanto, não anula a responsabilidade humana. O avivamento jamais virá se a igreja não preparar o caminho do Senhor (5). O avivamento jamais acontecerá se a igreja não se humilhar. Sem oração da igreja, as chuvas torrenciais de Deus não descerão. Sem busca não há encontro. Sem obediência a Deus, jamais haverá derramamento do Espírito. Contudo, quem determina o quando e o como do avivamento é Deus. Ele é soberano. David Brainerd orou vários anos pelo avivamento entre os índios peles vermelhas no século XVIII. Aquele jovem, ajoelhado na neve, suava de molhar a camisa, em agonia de alma, em oração fervente, em favor daqueles pobres índios. Quando o seu coração parecia desalentado e já não havia prenúncios de chuva da parte de Deus, o Espírito foi poderosamente derramado e os corações se dobraram a Cristo aos milhares.
2.2. Avivamento não é mudança doutrinária.
Cometem ledo engano aqueles que querem descartar a teologia e desprezar a doutrina na busca do avivamento. Desprezar a doutrina é dinamitar os alicerces da vida cristã. Desprezar a doutrina é querer levantar um edifício sem lançar o fundamento. Desprezar a doutrina é querer por um corpo de pé e em movimento sem a estrutura óssea.
Não há vida piedosa sem doutrina. A doutrina é a base da ética. A teologia é mãe da ética. "Assim como o homem crê no seu coração, assim ele é" (Pv 23.7).
Vida sem doutrina gera misticismo e experiencialismo subjetivista. Avivamento sem doutrina é fogo de palha, é movimento emocionalista, é experiencialismo personalista e antropocentrista. Deus tem compromisso com a verdade e a sua Palavra é a verdade e todo avivamento precisa estar fundamentado na Palavra. O avivamento precisa estar norteado pelas Escrituras e não por sonhos e visões. Precisa estar dentro das balizas da Bíblia e não dentro dos muros de revelações subjetivistas, muitas vezes feitas na carne.
2.3. Avivamento não é mudança litúrgica.
Muitos crentes confundem avivamento com forma de culto, com liturgia animada, com coreografia e instrumental aparatoso.
Louvor não é encenação. Não é mimetismo. Não é ritualismo. Não é emocionalismo. Não é apenas seguir formas pré-estabelecidas, como bater palmas, dizer aleluia, amém e levantar as mãos. Louvor não é pululância, gingos e dança (6). Louvor que apenas levanta as mãos para o alto, mas não as estende para o necessitado não agrada a Deus. A Bíblia ordena levantar mãos santas ao Senhor, num gesto de rendição e entrega (I Tm 2.8). Louvor em que a pessoa apenas saltita e pula, mas não vive em santidade, é ofensa a Deus. Louvor que apenas verbaliza coisas bonitas para Deus, mas não leva Deus a sério na vida é fogo estranho diante do Senhor.
Louvor que não produz mudança de vida, quebrantamento, obediência e não leva as pessoas a confiarem em Deus, não é louvor, é barulho aos ouvidos de Deus. Assim diz o Senhor: "Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas liras" (Am 5.23).
Hoje estamos vivendo a época dos shows evangélicos, dos show-men, dos animadores de programas religiosos, do "rock evangélico", das músicas badaladas por um ritmo sensual.
Mais do que nunca é preciso tocar a trombeta em Sião e condenar a idéia de que precisamos imitar o mundo para atrair o mundo. A música do mundo tem entrado nas igrejas, para vergonha nossa e para derrota nossa. O louvor que agrada a Deus precisa ser em espírito e em verdade. O louvor precisa ser bíblico, senão é fogo estranho. Davi, no Salmo 40, versículo 3, fala-nos sobre as balizas do louvor que agrada a Deus: "E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão estas coisa, temerão e confiarão no Senhor". Primeiro, vemos a origem deste cântico: "E me pôs nos lábios". Este louvor vem de Deus e não do homem. Segundo, vemos a natureza deste cântico: "E me pôs nos lábios um novo cântico". Não é um novo de edição, mas novo de natureza. É um cântico que expressa a marca da sua nova vida, liberta do tremendal de lama (v2). Terceiro, vemos o objetivo deste cântico: "... Um hino de louvor ao nosso Deus". Este cântico não é para entreter ou agradar o gosto e preferência das pessoas. Este cântico vem de Deus e volta para Deus. Deus é o seu alfa e o seu ômega. Quarto, vemos o resultado deste cântico: "Muitos verão estas coisas, temerão e confiarão no Senhor". O louvor bíblico leva as pessoas a temerem a Deus, a confiarem em Deus. O verdadeiro louvor leva as pessoas a se voltarem para Deus.
O louvor não é um espaço da liturgia. Louvor é a totalidade da vida. "Bendirei ao Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios" (Sl 34.1).
À luz destas coisas, é preciso dizer que avivamento não é mudança litúrgica, é mudança de vida. Avivamento não é histeria carnal, é choro pelo pecado. Deus não procura adoração. Ele procura adoradores.
Todavia, é preciso dizer que, embora o avivamento não seja mudança de liturgia, todo avivamento mexe com a liturgia. O avivamento desinstala a liturgia ritualista, cerimonialista, formalista, fria e morta e põe em seu lugar uma liturgia viva, alegre, ungida, onde há liberdade do Espírito, sem abandonar a ordem e a decência. Em épocas de avivamento, a liturgia é desingessada e o povo com alegria e liberdade do Espírito adora a Deus, em espírito e em verdade, sem regras rígidas pré-estabelecidas. Cada culto é um acontecimento singular, novo, onde há abertura para o que Deus deseja falar e fazer com o seu povo.
Hoje existem muitos cultos solenes, aparatosos, pomposos, mas estão mortos. Disse J. I. Packer no seu livro "Na Dinâmica do Espírito": "Não há nada mais solene do que um cadáver. Há cultos solenes que estão mortos". Embora o avivamento não seja mudança litúrgica, todo avivamento muda a liturgia, tornando-a bíblica, alegre, ungida, dirigida pelo Espírito de Deus. Devemos clamar como os puritanos: "Queremos liturgia pura".
2.4. Avivamento não é uma ênfase carismática unilateral.
Muitas pessoas hoje estão limitando o avivamento a milagres, curas e exorcismos, sem observarem a abrangência global da doutrina pneumatológica. Este é um sério perigo. Toda vez que super-enfatizamos uma verdade em detrimento de outra, nós produzimos deformações e distorções nesta verdade.
Deus pode e faz maravilhas, curas e prodígios extraordinários quando Ele quer. Ele é soberano. Ninguém pode deter a sua mão. Ninguém pode ser o conselheiro de Deus. Ninguém pode instruir a Deus e dizer o que Ele pode e o que Ele não pode fazer. Ninguém pode obstaculá-lo nem ensinar-lhe qualquer coisa. Ele faz tudo quanto Ele quer, como quer, onde quer, quando quer, com quem quer. "Ele faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade" (Ef 1.11). Ele não obedece à agenda dos homens. Ele não se deixa pressionar. Ele é livre.
Entretanto, esta não é a ênfase do avivamento. A igreja hoje está correndo mais atrás de sinais do que atrás de santidade. A igreja hoje empolga-se mais com milagres do que com vida cheia do Espírito. A igreja hoje anseia mais as bênçãos de Deus do que o Deus das bênçãos. A igreja hoje busca mais uma vida antropocêntrica do que teocêntrica.
Avivamento não é efervescência carismática. Uma igreja pode ter todos os dons sem ser uma igreja avivada. Avivamento não é conhecido pelos dons do Espírito, mas pelo fruto do Espírito.
A igreja de Corinto possuía todos os dons, todavia, era uma igreja imatura e bebê espiritualmente. Naquela igreja profundamente carismática, havia divisões, cismas, brigas, partidos, contendas, imoralidade e irmãos levando outros irmãos aos tribunais mundanos. Havia falta de compreensão acerca do casamento e da liberdade cristã. Naquela igreja a ceia do Senhor estava sendo incompreendida, os dons estavam sendo usados erradamente, a ressurreição dos crentes estava sendo negada, e a cooperação financeira com os pobres negligenciada.
É verdade que, em épocas de avivamento, os dons são buscados e exercidos para a glória de Deus e a edificação da igreja, mas a ênfase carismática não é sinônimo de avivamento.
2.5. Avivamento não é modismo.
Muitos crentes, por desconhecimento, se posicionam contra o avivamento porque acham que ele é a mais nova onda da igreja. Acham que avivamento é uma coqueluche moderna e uma inovação sem nenhum respaldo bíblico e histórico.
Certamente, aqueles que assim pensam não estudam com critério a Bíblia nem a história da igreja. Os pontos culminantes da igreja aconteceram em épocas de avivamento. Desde o Antigo Testamento que esta é uma verdade incontestável. É só olhar para os grandes despertamentos na época de Ezequias, de Josias e de Neemias. É só ver o grande avivamento em Jerusalém, em Samaria, em Antioquia da Síria e em Éfeso. É só ver o que Deus fez na Reforma do Século XVI, na Inglaterra, no século XVIII e em outros grandes avivamentos da história. Certamente, avivamento não é uma onda, não é um modismo. Ele possui firmes lastros históricos. Ele é nossa herança e nosso legado e deve continuar sendo nossa aspiração e nossa busca constante.
2.6. Avivamento não é uma visão dicotomizada da vida.
Muitas pessoas, quando começam a buscar avivamento, saem da realidade e enclausuram-se nos castelos inexpugnáveis de uma espiritualidade isolada e monástica. Tornam-se tão "espirituais" que já não sabem mais conviver com a vida, isolam-se, fazendo da vida uma caverna de fuga. Querem sair do mundo em vez de serem guardados do mal. Dividem a vida entre sagrado e profano, corpo e alma, matéria e espírito. Acham que Deus está interessado apenas nas coisas espirituais. Acham que Deus só olha para a vida de trabalho na igreja, sem observar os negócios, a família, o trabalho, os estudos e a vida do dia-a-dia com o mesmo interesse.
Esta não é a visão bíblica nem a visão do verdadeiro avivamento. Tudo em nossa vida é vazado pelo sagrado. Toda a nossa vida é cúltica. Todo o nosso viver é litúrgico. O grande avivalista John Wesley lutou pelas causas sociais na Inglaterra ao mesmo tempo que pregou sobre avivamento. Finney pregou ardorosamente contra a escravidão nos EUA no século passado ao mesmo tempo que foi o maior avivalista do seu país. João Calvino atacou com veemência os juros extorsivos em Genebra. O avivamento sempre traz profundas mudanças políticas, econômicas, sociais e morais. O avivamento não leva a igreja à fuga, mas ao enfrentamento.
2.7. Avivamento não é campanha de evangelização.
Não podemos confundir avivamento com campanhas evangelísticas. Avivamento é para a igreja, pessoas que já têm vida; evangelização é para o mundo, pessoas que estão mortas em delitos e pecados. Avivamento é para crentes nascidos de novo; evangelização é para pecadores inconversos. Na evangelização, a igreja trabalha para Deus; no avivamento, Deus trabalha para a igreja. Na evangelização, a igreja vai aos pecadores; no avivamento, os pecadores correm para a igreja. Na evangelização, os pregadores apelam aos pecadores; no avivamento, os pecadores apelam aos pregadores.
2.1. Avivamento não é um programa agendado pela igreja.
Avivamento não é ação da igreja, mas de Deus. Avivamento é obra soberana e livre do Espírito Santo. A igreja não promove e nem faz avivamento. A igreja não é agente de avivamento. A igreja não agenda e nem programa avivamento. A igreja só pode buscar o avivamento e preparar o caminho da sua chegada. A igreja não produz o vento do Espírito, ela só pode içar suas velas em direção a esse vento.
A soberania de Deus, no entanto, não anula a responsabilidade humana. O avivamento jamais virá se a igreja não preparar o caminho do Senhor (5). O avivamento jamais acontecerá se a igreja não se humilhar. Sem oração da igreja, as chuvas torrenciais de Deus não descerão. Sem busca não há encontro. Sem obediência a Deus, jamais haverá derramamento do Espírito. Contudo, quem determina o quando e o como do avivamento é Deus. Ele é soberano. David Brainerd orou vários anos pelo avivamento entre os índios peles vermelhas no século XVIII. Aquele jovem, ajoelhado na neve, suava de molhar a camisa, em agonia de alma, em oração fervente, em favor daqueles pobres índios. Quando o seu coração parecia desalentado e já não havia prenúncios de chuva da parte de Deus, o Espírito foi poderosamente derramado e os corações se dobraram a Cristo aos milhares.
2.2. Avivamento não é mudança doutrinária.
Cometem ledo engano aqueles que querem descartar a teologia e desprezar a doutrina na busca do avivamento. Desprezar a doutrina é dinamitar os alicerces da vida cristã. Desprezar a doutrina é querer levantar um edifício sem lançar o fundamento. Desprezar a doutrina é querer por um corpo de pé e em movimento sem a estrutura óssea.
Não há vida piedosa sem doutrina. A doutrina é a base da ética. A teologia é mãe da ética. "Assim como o homem crê no seu coração, assim ele é" (Pv 23.7).
Vida sem doutrina gera misticismo e experiencialismo subjetivista. Avivamento sem doutrina é fogo de palha, é movimento emocionalista, é experiencialismo personalista e antropocentrista. Deus tem compromisso com a verdade e a sua Palavra é a verdade e todo avivamento precisa estar fundamentado na Palavra. O avivamento precisa estar norteado pelas Escrituras e não por sonhos e visões. Precisa estar dentro das balizas da Bíblia e não dentro dos muros de revelações subjetivistas, muitas vezes feitas na carne.
2.3. Avivamento não é mudança litúrgica.
Muitos crentes confundem avivamento com forma de culto, com liturgia animada, com coreografia e instrumental aparatoso.
Louvor não é encenação. Não é mimetismo. Não é ritualismo. Não é emocionalismo. Não é apenas seguir formas pré-estabelecidas, como bater palmas, dizer aleluia, amém e levantar as mãos. Louvor não é pululância, gingos e dança (6). Louvor que apenas levanta as mãos para o alto, mas não as estende para o necessitado não agrada a Deus. A Bíblia ordena levantar mãos santas ao Senhor, num gesto de rendição e entrega (I Tm 2.8). Louvor em que a pessoa apenas saltita e pula, mas não vive em santidade, é ofensa a Deus. Louvor que apenas verbaliza coisas bonitas para Deus, mas não leva Deus a sério na vida é fogo estranho diante do Senhor.
Louvor que não produz mudança de vida, quebrantamento, obediência e não leva as pessoas a confiarem em Deus, não é louvor, é barulho aos ouvidos de Deus. Assim diz o Senhor: "Afasta de mim o estrépito dos teus cânticos; porque não ouvirei as melodias das tuas liras" (Am 5.23).
Hoje estamos vivendo a época dos shows evangélicos, dos show-men, dos animadores de programas religiosos, do "rock evangélico", das músicas badaladas por um ritmo sensual.
Mais do que nunca é preciso tocar a trombeta em Sião e condenar a idéia de que precisamos imitar o mundo para atrair o mundo. A música do mundo tem entrado nas igrejas, para vergonha nossa e para derrota nossa. O louvor que agrada a Deus precisa ser em espírito e em verdade. O louvor precisa ser bíblico, senão é fogo estranho. Davi, no Salmo 40, versículo 3, fala-nos sobre as balizas do louvor que agrada a Deus: "E me pôs nos lábios um novo cântico, um hino de louvor ao nosso Deus; muitos verão estas coisa, temerão e confiarão no Senhor". Primeiro, vemos a origem deste cântico: "E me pôs nos lábios". Este louvor vem de Deus e não do homem. Segundo, vemos a natureza deste cântico: "E me pôs nos lábios um novo cântico". Não é um novo de edição, mas novo de natureza. É um cântico que expressa a marca da sua nova vida, liberta do tremendal de lama (v2). Terceiro, vemos o objetivo deste cântico: "... Um hino de louvor ao nosso Deus". Este cântico não é para entreter ou agradar o gosto e preferência das pessoas. Este cântico vem de Deus e volta para Deus. Deus é o seu alfa e o seu ômega. Quarto, vemos o resultado deste cântico: "Muitos verão estas coisas, temerão e confiarão no Senhor". O louvor bíblico leva as pessoas a temerem a Deus, a confiarem em Deus. O verdadeiro louvor leva as pessoas a se voltarem para Deus.
O louvor não é um espaço da liturgia. Louvor é a totalidade da vida. "Bendirei ao Senhor em todo o tempo, o seu louvor estará sempre nos meus lábios" (Sl 34.1).
À luz destas coisas, é preciso dizer que avivamento não é mudança litúrgica, é mudança de vida. Avivamento não é histeria carnal, é choro pelo pecado. Deus não procura adoração. Ele procura adoradores.
Todavia, é preciso dizer que, embora o avivamento não seja mudança de liturgia, todo avivamento mexe com a liturgia. O avivamento desinstala a liturgia ritualista, cerimonialista, formalista, fria e morta e põe em seu lugar uma liturgia viva, alegre, ungida, onde há liberdade do Espírito, sem abandonar a ordem e a decência. Em épocas de avivamento, a liturgia é desingessada e o povo com alegria e liberdade do Espírito adora a Deus, em espírito e em verdade, sem regras rígidas pré-estabelecidas. Cada culto é um acontecimento singular, novo, onde há abertura para o que Deus deseja falar e fazer com o seu povo.
Hoje existem muitos cultos solenes, aparatosos, pomposos, mas estão mortos. Disse J. I. Packer no seu livro "Na Dinâmica do Espírito": "Não há nada mais solene do que um cadáver. Há cultos solenes que estão mortos". Embora o avivamento não seja mudança litúrgica, todo avivamento muda a liturgia, tornando-a bíblica, alegre, ungida, dirigida pelo Espírito de Deus. Devemos clamar como os puritanos: "Queremos liturgia pura".
2.4. Avivamento não é uma ênfase carismática unilateral.
Muitas pessoas hoje estão limitando o avivamento a milagres, curas e exorcismos, sem observarem a abrangência global da doutrina pneumatológica. Este é um sério perigo. Toda vez que super-enfatizamos uma verdade em detrimento de outra, nós produzimos deformações e distorções nesta verdade.
Deus pode e faz maravilhas, curas e prodígios extraordinários quando Ele quer. Ele é soberano. Ninguém pode deter a sua mão. Ninguém pode ser o conselheiro de Deus. Ninguém pode instruir a Deus e dizer o que Ele pode e o que Ele não pode fazer. Ninguém pode obstaculá-lo nem ensinar-lhe qualquer coisa. Ele faz tudo quanto Ele quer, como quer, onde quer, quando quer, com quem quer. "Ele faz todas as coisas conforme o conselho da sua vontade" (Ef 1.11). Ele não obedece à agenda dos homens. Ele não se deixa pressionar. Ele é livre.
Entretanto, esta não é a ênfase do avivamento. A igreja hoje está correndo mais atrás de sinais do que atrás de santidade. A igreja hoje empolga-se mais com milagres do que com vida cheia do Espírito. A igreja hoje anseia mais as bênçãos de Deus do que o Deus das bênçãos. A igreja hoje busca mais uma vida antropocêntrica do que teocêntrica.
Avivamento não é efervescência carismática. Uma igreja pode ter todos os dons sem ser uma igreja avivada. Avivamento não é conhecido pelos dons do Espírito, mas pelo fruto do Espírito.
A igreja de Corinto possuía todos os dons, todavia, era uma igreja imatura e bebê espiritualmente. Naquela igreja profundamente carismática, havia divisões, cismas, brigas, partidos, contendas, imoralidade e irmãos levando outros irmãos aos tribunais mundanos. Havia falta de compreensão acerca do casamento e da liberdade cristã. Naquela igreja a ceia do Senhor estava sendo incompreendida, os dons estavam sendo usados erradamente, a ressurreição dos crentes estava sendo negada, e a cooperação financeira com os pobres negligenciada.
É verdade que, em épocas de avivamento, os dons são buscados e exercidos para a glória de Deus e a edificação da igreja, mas a ênfase carismática não é sinônimo de avivamento.
2.5. Avivamento não é modismo.
Muitos crentes, por desconhecimento, se posicionam contra o avivamento porque acham que ele é a mais nova onda da igreja. Acham que avivamento é uma coqueluche moderna e uma inovação sem nenhum respaldo bíblico e histórico.
Certamente, aqueles que assim pensam não estudam com critério a Bíblia nem a história da igreja. Os pontos culminantes da igreja aconteceram em épocas de avivamento. Desde o Antigo Testamento que esta é uma verdade incontestável. É só olhar para os grandes despertamentos na época de Ezequias, de Josias e de Neemias. É só ver o grande avivamento em Jerusalém, em Samaria, em Antioquia da Síria e em Éfeso. É só ver o que Deus fez na Reforma do Século XVI, na Inglaterra, no século XVIII e em outros grandes avivamentos da história. Certamente, avivamento não é uma onda, não é um modismo. Ele possui firmes lastros históricos. Ele é nossa herança e nosso legado e deve continuar sendo nossa aspiração e nossa busca constante.
2.6. Avivamento não é uma visão dicotomizada da vida.
Muitas pessoas, quando começam a buscar avivamento, saem da realidade e enclausuram-se nos castelos inexpugnáveis de uma espiritualidade isolada e monástica. Tornam-se tão "espirituais" que já não sabem mais conviver com a vida, isolam-se, fazendo da vida uma caverna de fuga. Querem sair do mundo em vez de serem guardados do mal. Dividem a vida entre sagrado e profano, corpo e alma, matéria e espírito. Acham que Deus está interessado apenas nas coisas espirituais. Acham que Deus só olha para a vida de trabalho na igreja, sem observar os negócios, a família, o trabalho, os estudos e a vida do dia-a-dia com o mesmo interesse.
Esta não é a visão bíblica nem a visão do verdadeiro avivamento. Tudo em nossa vida é vazado pelo sagrado. Toda a nossa vida é cúltica. Todo o nosso viver é litúrgico. O grande avivalista John Wesley lutou pelas causas sociais na Inglaterra ao mesmo tempo que pregou sobre avivamento. Finney pregou ardorosamente contra a escravidão nos EUA no século passado ao mesmo tempo que foi o maior avivalista do seu país. João Calvino atacou com veemência os juros extorsivos em Genebra. O avivamento sempre traz profundas mudanças políticas, econômicas, sociais e morais. O avivamento não leva a igreja à fuga, mas ao enfrentamento.
2.7. Avivamento não é campanha de evangelização.
Não podemos confundir avivamento com campanhas evangelísticas. Avivamento é para a igreja, pessoas que já têm vida; evangelização é para o mundo, pessoas que estão mortas em delitos e pecados. Avivamento é para crentes nascidos de novo; evangelização é para pecadores inconversos. Na evangelização, a igreja trabalha para Deus; no avivamento, Deus trabalha para a igreja. Na evangelização, a igreja vai aos pecadores; no avivamento, os pecadores correm para a igreja. Na evangelização, os pregadores apelam aos pecadores; no avivamento, os pecadores apelam aos pregadores.
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